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Na Outra Margem 09/05/2012, parte 2
May 08, 2012 07:52 PM PDT
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A música antiga como não estavamos habituados a ouvi-la. Sem dogmas, com a sonoridade própria dum ensemble que aborda diversos géneros e repertórios, encontrando pontes entre eles. Exemplo é o novo CD dos Sete Lágrimas, “En Tus Brazos Una Noche”,  que oferece canções e romances do compositor seiscentista português Manuel Machado, mas também dois diferentes programas de concerto que vão apresentar no próximo domingo, 13 de Maio, às 17h, no Pequeno Auditório do CCB (“Pedra”, com música dos primórdios do barroco português), e numa pequena digressão por várias cidades europeias, entre Junho e Setembro (“Diáspora”, com música de quase todos os cantos do mundo). Temas principais duma conversa com Sérgio Peixoto e Filipe Faria, directores artísticos do projecto.

Na Outra Margem 02/05/2012, parte 1
May 02, 2012 10:34 AM PDT
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A música em lugares onde não estava, como não estava – em comunhão com o teatro, a dança, a poesia, a pintura, o cinema. Precursora em Portugal duma criação musical diferente e integrada com outras artes, autora duma linguagem poética em todos os géneros musicais que desenvolveu, marcou fortemente todos os que com ela trabalharam e conviveram - alunos, intérpretes, colegas nos agrupamentos ColecViva e Convivium Musicum. Nos 75 anos do seu nascimento e 20 depois da sua morte, Na Outra Margem evoca Constança Capdeville, através da sua música e de uma conversa com dois compositores que foram seus alunos, António de Sousa Dias e António Chagas Rosa (de quem ouvimos, além dos testemunhos, fragmentos de duas obras que dedicaram a Capdeville). Na 3ª e 4ª partes, respectivamente, os depoimentos da pianista Olga Prats, amiga pessoal e colaboradora de Capdeville (e cujos 60 anos de carreira são celebrados no próximo sábado, 5 de Maio, num concerto no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, no qual será interpretada uma peça da compositora), e da investigadora Maria João Serrão, autora do livro Constança Capdeville – Entre o Teatro e a Música (Ed. Colibri/CESEM).

Na Outra Margem 02/05/2012, parte 2
May 02, 2012 10:43 AM PDT
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A música em lugares onde não estava, como não estava – em comunhão com o teatro, a dança, a poesia, a pintura, o cinema. Precursora em Portugal duma criação musical diferente e integrada com outras artes, autora duma linguagem poética em todos os géneros musicais que desenvolveu, marcou fortemente todos os que com ela trabalharam e conviveram - alunos, intérpretes, colegas nos agrupamentos ColecViva e Convivium Musicum. Nos 75 anos do seu nascimento e 20 depois da sua morte, Na Outra Margem evoca Constança Capdeville, através da sua música e de uma conversa com dois compositores que foram seus alunos, António de Sousa Dias e António Chagas Rosa (de quem ouvimos, além dos testemunhos, fragmentos de duas obras que dedicaram a Capdeville). Na 3ª  e 4ª partes, respectivamente, os depoimentos da pianista Olga Prats, amiga pessoal e colaboradora de Capdeville (e cujos 60 anos de carreira são celebrados no próximo sábado, 5 de Maio, num concerto no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, no qual será interpretada uma peça da compositora), e da investigadora Maria João Serrão, autora do livro Constança Capdeville – Entre o Teatro e a Música (Ed. Colibri/CESEM).

Na Outra Margem 02/05/2012, parte 3
May 02, 2012 10:51 AM PDT
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A música em lugares onde não estava, como não estava – em comunhão com o teatro, a dança, a poesia, a pintura, o cinema. Precursora em Portugal duma criação musical diferente e integrada com outras artes, autora duma linguagem poética em todos os géneros musicais que desenvolveu, marcou fortemente todos os que com ela trabalharam e conviveram - alunos, intérpretes, colegas nos agrupamentos ColecViva e Convivium Musicum. Nos 75 anos do seu nascimento e 20 depois da sua morte, Na Outra Margem evoca Constança Capdeville, através da sua música e de uma conversa com dois compositores que foram seus alunos, António de Sousa Dias e António Chagas Rosa (de quem ouvimos, além dos testemunhos, fragmentos de duas obras que dedicaram a Capdeville). Na 3ª e 4ª partes, respectivamente, os depoimentos da pianista Olga Prats, amiga pessoal e colaboradora de Capdeville (e cujos 60 anos de carreira são celebrados no próximo sábado, 5 de Maio, num concerto no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, no qual será interpretada uma peça da compositora), e da investigadora Maria João Serrão, autora do livro Constança Capdeville – Entre o Teatro e a Música (Ed. Colibri/CESEM).

Na Outra Margem 02/05/2012, parte 4
May 02, 2012 10:58 AM PDT
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A música em lugares onde não estava, como não estava – em comunhão com o teatro, a dança, a poesia, a pintura, o cinema. Precursora em Portugal duma criação musical diferente e integrada com outras artes, autora duma linguagem poética em todos os géneros musicais que desenvolveu, marcou fortemente todos os que com ela trabalharam e conviveram - alunos, intérpretes, colegas nos agrupamentos ColecViva e Convivium Musicum. Nos 75 anos do seu nascimento e 20 depois da sua morte, Na Outra Margem evoca Constança Capdeville, através da sua música e de uma conversa com dois compositores que foram seus alunos, António de Sousa Dias e António Chagas Rosa (de quem ouvimos, além dos testemunhos, fragmentos de duas obras que dedicaram a Capdeville). Na 3ª e 4ª partes, respectivamente, os depoimentos da pianista Olga Prats, amiga pessoal e colaboradora de Capdeville (e cujos 60 anos de carreira são celebrados no próximo sábado, 5 de Maio, num concerto no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, no qual será interpretada uma peça da compositora), e da investigadora Maria João Serrão, autora do livro Constança Capdeville – Entre o Teatro e a Música (Ed. Colibri/CESEM).

Na Outra Margem 25/04/2012, parte 1
April 24, 2012 04:07 PM PDT
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Foi o mais famoso compositor português de todos os tempos.  As suas óperas foram apresentadas milhares de vezes, na Europa e no Brasil, a sua música sacra tocada nas igrejas portuguesas durante mais de um século. Sobre ele perduram, apesar disso, o desconhecimento e uma série de mitos infundados. Nos 250 anos do seu nascimento, Marcos Portugal é evocado numa série de iniciativas, algumas já decorridas, como o colóquio internacional no fim-de-semana da efeméride, a 24 de Março, no São Carlos. No regresso do Na Outra Margem, partimos para uma longa conversa com três músicos e investigadores que se têm debruçado sobre diversos aspectos da obra do compositor: David Cranmer, coordenador do Projecto Marcos Portugal, em curso no CESEM, e especialista na obra dramática; António Jorge Marques, autor do livro “A Obra Religiosa de Marcos Portugal (1762-1830)” (ed. CESEM-BNP, 2012), resultante da sua tese de doutoramento; e Mário Marques Trilha, estudioso da obra pedagógica.

Na Outra Margem 25/04/2012, parte 2
April 24, 2012 04:42 PM PDT
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Foi o mais famoso compositor português de todos os tempos.  As suas óperas foram apresentadas milhares de vezes, na Europa e no Brasil, a sua música sacra tocada nas igrejas portuguesas durante mais de um século. Sobre ele perduram, apesar disso, o desconhecimento e uma série de mitos infundados. Nos 250 anos do seu nascimento, Marcos Portugal é evocado numa série de iniciativas, algumas já decorridas, como o colóquio internacional no fim-de-semana da efeméride, a 24 de Março, no São Carlos. No regresso do Na Outra Margem, partimos para uma longa conversa com três músicos e investigadores que se têm debruçado sobre diversos aspectos da obra do compositor: David Cranmer, coordenador do Projecto Marcos Portugal, em curso no CESEM, e especialista na obra dramática; António Jorge Marques, autor do livro “A Obra Religiosa de Marcos Portugal (1762-1830)” (ed. CESEM-BNP, 2012), resultante da sua tese de doutoramento; e Mário Marques Trilha, estudioso da obra pedagógica.

Na Outra Margem 25/04/2012, parte 3
April 24, 2012 04:25 PM PDT
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Foi o mais famoso compositor português de todos os tempos.  As suas óperas foram apresentadas milhares de vezes, na Europa e no Brasil, a sua música sacra tocada nas igrejas portuguesas durante mais de um século. Sobre ele perduram, apesar disso, o desconhecimento e uma série de mitos infundados. Nos 250 anos do seu nascimento, Marcos Portugal é evocado numa série de iniciativas, algumas já decorridas, como o colóquio internacional no fim-de-semana da efeméride, a 24 de Março, no São Carlos. No regresso do Na Outra Margem, partimos para uma longa conversa com três músicos e investigadores que se têm debruçado sobre diversos aspectos da obra do compositor: David Cranmer, coordenador do Projecto Marcos Portugal, em curso no CESEM, e especialista na obra dramática; António Jorge Marques, autor do livro “A Obra Religiosa de Marcos Portugal (1762-1830)” (ed. CESEM-BNP, 2012), resultante da sua tese de doutoramento; e Mário Marques Trilha, estudioso da obra pedagógica.

Na Outra Margem 25/04/2012, parte 4
April 24, 2012 04:43 PM PDT
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Foi o mais famoso compositor português de todos os tempos.  As suas óperas foram apresentadas milhares de vezes, na Europa e no Brasil, a sua música sacra tocada nas igrejas portuguesas durante mais de um século. Sobre ele perduram, apesar disso, o desconhecimento e uma série de mitos infundados. Nos 250 anos do seu nascimento, Marcos Portugal é evocado numa série de iniciativas, algumas já decorridas, como o colóquio internacional no fim-de-semana da efeméride, a 24 de Março, no São Carlos. No regresso do Na Outra Margem, partimos para uma longa conversa com três músicos e investigadores que se têm debruçado sobre diversos aspectos da obra do compositor: David Cranmer, coordenador do Projecto Marcos Portugal, em curso no CESEM, e especialista na obra dramática; António Jorge Marques, autor do livro “A Obra Religiosa de Marcos Portugal (1762-1830)” (ed. CESEM-BNP, 2012), resultante da sua tese de doutoramento; e Mário Marques Trilha, estudioso da obra pedagógica.

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